Missão (miados e mais miados)

Sejam bem-vindos, vocês que são amigos de gatos também!

Aqui em casa somos todos amigos de gatos, exceto, talvez, alguns gatos (pois tem gatos que não gostam de outros gatos) e penso que seria bom compartilhar a experiência e o conhecimento que vem com ela sobre esses animais deveras temperamentais, mostrar que é possível conviver com mais de vinte gatos em casa, mantendo tudo organizado e limpo e ao mesmo tempo dar conta da vida familiar e profissional, tudo isso sem ir à falência e nem à loucura.

Somos uma pequena família humana (eu, minha esposa Gisele e meu filho Oscar) de doidos por gatos, vivemos com mais de vinte gatos em casa (24 deles, na verdade somos uma grande família humana-felina), além dos 4 cachorros (uma enorme família humana-felina-canina) e a Mika (que é uma tartaruga, ou seja, somos uma família épica humana-felina-canina-tartaruguina).


Nesse blog você encontrará informações úteis para você, seus gatos, seus filhos... ou nem tão úteis, mas com certeza divertidas.


Miau!

A chegada de um gato na casa de uma criança (yeah! Mais um gatinho!)

As crianças podem sentir ciúmes de gatos, isso é normal, o melhor é tornar a criança uma cúmplice em sua obsessão felina (tentando não torná-la tão obsessiva).

O gato que chegou pode ser um gato "para a criança", como se fosse um presente, mas não é um presente, talvez um presente de grego, dependendo do gato, mas não diga que é um presente, é sério! Gato não é brinquedo! Diga "é pra você", se a criança perguntar se é um presente (elas são muito perspicazes), desconverse e repita "é pra você". Convide a criança a tomar conta do gato com você, diga que o gato depende dela, que vai ser divertido, ensine como faz... essas coisas todas que falamos quando queremos convencer uma criança de uma coisa que não temos certeza que ela quer, mas no caso dos gatos, pode ter certeza que a criança irá abraçar os cuidados e as preocupações com os gatos na mesma medida que os adultos da casa cuidam e se preocupam com os gatos, mas lembre-se sempre: A CRIANÇA NÃO É TOTALMENTE RESPONSÁVEL PELO GATO,ou seja, ela pode ajudar nos cuidados (trocar água, alimentar, brincar), mas o responsável pelo gato é o adulto.
É importante que lembremos crianças e gatos que a casa, afinal, não é nem de um e nem de outro, mas de todos que moram nela (a família) e que cada um tem direito ao seu espaço e às suas manias, não importa quão estranhas sejam (minha esposa, por exemplo, come tomate com farinha, mesmo assim aceitamos ela)...

Desde que meu filho nasceu nós pegamos uns gatos (não lembro bem, talvez uns 14 desde então, posso estar errado, mas foi por aí), o único que pegamos "para ele", nos termos descritos acima, foi o Maizena (o gato é nosso, escrevo o nome dele como eu quero!):
Esse é o Maizena, um bonachão...
 Os dois se dão muito bem e a convivência deles é boa, o Maizena é um gato macio e bonachão que aguenta, e talvez até goste de ser apertado, o Maizena foi pego adulto e o nome dele foi muito apreciado pelo meu filho, que adora passar maisena na pela quando está calor.
Por outro lado, tem a Soninha, que é a única gata que mora dentro de casa e compartilha com a gente o mesmo espaço interno, ela é uma gata desconfiada e metódica, morde até a mim (eu! o Supremo Mestre e Deus dela!) se eu tento, mesmo que sem querer, desviar ela da intenção que ela tem, não é de surpreender que ela já tenha mordido meu filho e isso aconteceu em vezes que ele fazia carinho nela, mas de maneira que ela não gostou, pois quando ele sai correndo atrás dela, ela não é besta (só é esquisita mesmo), sai correndo e pula em cima do micro-ondas.
Ela pode até parecer boazinha, mas é doida! Boazinha também, mas muito doida!

Haru, a nossa caçula.

Outra que chegou depois foi a Haru (que até ganhou o nome de uma personagem de desenho que o Oscar gosta, do "Reino dos Gatos"), ela é bagunceira demais e ele é bagunceiro demais, quando duas personalidades bagunceiras se encontram as coisas não dão certo (para quem limpa), ele até gostou de acompanhar os cuidados no início, já que ela era uma filhotinha doente, mas hoje eles não se encontram muito aqui em casa.

Por último, o Feoso (sem o "i" mesmo), o E.T. da casa, veio da roça, vivia solto e veio adulto, ele é o gato mais esquivado dos outros (tadinho) e foi dos últimos que chegou também, acho que o fato do meu filho incentivar ele a pular pela portão do vizinho quando ele foge gritando "vai Feoso! Corre! Foge!", é um sinal de que afinal, ele está do lado dos gatos, e da maneira dele é um grande amigo dos gatos. Ponto pra nós!

Feoso, depois da noitada que a fuga proporcionou... gato feio...




- A chegada de uma criança em uma casa de gatos (uma relação necessária)

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